Se existe uma marca de sucesso comercial é Tommy Hilfiger. Começou como um sub Calvin Klein, apesar das diferenças de estilo. Mas ganhou as ruas, pelo jeito informal, colorido, inspirado em esportes populares americanos, como o beisebol, o basquete.
Houve épocas em que críticos acusavam TH de explorar o estilo dos Afro-americanos, com olhares para os looks do pessoal do hip hop e do rap. Mas isto nem abalou o sucesso das primeiras coleções, que eram masculinas. Só na década de 90 ele começou a criar a moda feminina, com o mesmo colorido – muito azul, vermelho e branco, tipicamente americanos.
Nesta coleção, vista no Hotel Plaza, Gigi Hadid desfilou de calças largas vermelhas, um rapper participou, dançando e se apresentando, o próprio Tommy encerrou, com Wendy, a cachorrinha da Taylor Swift. Foi uma festa, segundo Christian Allaire, que estava lá, “sem o desfile do Tommy Hilfiger a semana de Nova York seria muito sem graça”.
Na verdade, a coleção foi a renovação dos arquivos dos anos 1980 e 1990 do Hilfiger. Ele modernizou os clássicos, ficou muito bom, urbano e contemporâneo.
Uma prova do sucesso até hoje é a procura por suas roupas e acessórios (reparem na série de bonés buckets) nos brechós e sites de revendas.
Para comprar: uma calça  larga, vermelha, vai atualizar o visual
A evitar: nada. É um estilo, mesmo que tenha o logo gigante como cinto ou faixa.
E o que é esta manifestação do PETA (People for Ethical Treatment of Animals) no desfile Prabal Gurung? O que foi a intervenção do integrante do CDFA (Council of Fashion Designers of America), que virou uma brigalhada e gritaria, segundo a internet? Até aprovo o objetivo dos defensores dos animais, mas nestes tempos de guerras secretas e atentados inesperados é para se pensar duas vezes quando recebe um convite para um desfile.
Ainda bem que esta cobertura é na base dos links que as marcas enviam para ver as lives.