Carolina Herrera se preocupa com as mulheres artistas. Protege e faz parceria com pintoras, fotógrafas, escultoras, galeristas, colecionadoras, incluindo instituições brasileiras. Daí, que o Wes Gordon, atual diretor de criação se inspirou nesta autoexpressão feminina, apresentando looks quase esculturais. Com ombros exagerados, casacos casulo, mangas bufantes e até mudando um pouco a modelagem da famosa camisa branca da Herrera, fazendo lembrar as roupas de ateliê. 

Wes Gordon, diretor de criação da Carolina Herrera

Gostei das denominações das cores: nude cerâmica, verde floresta, azul celeste (nossa, esta é antiga), vermelho pimenta e ameixa. O final do desfile trouxe lantejoulas retangulares e um dourado. 
Senti falta de alguns códigos da marca, como os poás em preto e branco.
Vale o cartão
O vestido preto e branco, feminino e atual
A saia de lírios vermelhos
Hesite em botar a senha
Cuidado com os ombros exagerados. A roupa fica datada
Tory Burch é famosa pelas bolsas. Além delas, nesta estação valeu a pena ver a alfaiataria que acompanhava as tais bolsas. A maioria com calças compridas – tem melhor, no frio enregelante? Tudo simples, mas sofisticado, merecendo ter o styling copiado. Ou comprado, quem sabe? O final veio com dispensáveis brilhos.

Tory Burch

Cartão a postos (acho que ainda existe a loja no Village Mall)
Qualquer um dos looks de alfaiataria com calças compridas
Hesite
Evite aquele casaco volumoso, engordativo.
Para que ter um brilho da Tory? Tem gente que é quase especialista em cristais e paetês. Espere pelo Balmain, em Paris