A moda se impõe

Certas bases seguram um estilo de vestir. Conforme a personalidade de quem veste, que pode mudar um pouco com o tempo. Mas quem seguiu a linha hippie nos anos 1970 sempre vai sentir falta de uma saia longa, de algodão. Quem já se aposentou, tenta dar um uso para os blazers que enfrentavam o ar condicionado do escritório. Se até o escritório foi substituído pelo home office, que tal passar adiante este blazer preto? Ou usar de formas diferentes, em vez do escarpin e da saia-lápis? Fica ótimo com calça jeans e mocassim ou sapatilha – de bico quadrado, moderna, claro. Este pré-papo serve para falar de estilos que foram considerados altas novidades em 2007 – quase 20 anos atrás! E no entanto, continuam rodando nas principais passarelas do mundo. Ainda são modernos, estilosos e podem aproveitar o que anda mofando no guarda-roupa. Vejam as propostas e respectivas mudanças para a atualidade: Cidade: look urbano até certo ponto. Como quase não vamos até o antigo centro da cidade, a legging virou roupa de bairro. Está competindo com as calças mais retas, tipo cargo ou alfaiataria leve. A blusa tinha um corte solto, com entalhes coloridos, detalhe que a Carla Roberto faz muito bem até hoje, principalmente em preto e branco. No pescoço, um lenço faz o movimento, se achar que precisa. Quem tem cabelo longo vai ficar uma enrolação dispensável. A grega: um dos vestidos mais bonitos da Mara Mac. Pelo drapeado que atravessava desde um dos ombros até a barra desigual. Comprimento mal cobrindo os joelhos. Digam lá: não parece familiar? Claro, esteve nos desfiles de 2025, para uso em 2026, de marcas como Balmain, Saint Laurent e Victoria Beckhan. Até no mesmo tom, um lilás/lavanda. A mini: isto parece que não sai de moda. Haverá sempre quem tem belas pernas para exibir. Pode ser vestido, saia e blusa. Um cintão ou faixa marcando os quadris, se ficar bom – perguntem ao amigo espelho, por favor. E evitem saltos altos, para fugir da vulgaridade à luz do dia. À noite, vale tudo. Nos acessórios: claro que os óculos de hastes largas continuam fortes. Por duas razões: escondem ruguinhas e exibem as marcas. Ou vocês acreditam nesta história de que ninguém mais quer mostrar a marca que usa? Quanto à bolsa, quanto mais simples o modelo, melhor. Vale esta, básica, da Uncle K, valem as maravilhas do Marc Jacobs, em couro ou melhor ainda, como shopping bags. Que, aliás, as ecobags são cada vez mais vistas circulando como bolsas normais. Certas marcas, como a Todes, já incluem bolsos internos, para chaves ou celulares, algumas têm fechos com velcro (meio atrapalhantes) ou fecho-éclair. Hummm, estas sacolas costumam ser brindes ou embalagens. Tomara que o sucesso não transforme em acessórios para venda… Esta ilustração é de 2007, com fontes como <fashiontrendsetter.com>, <pantone.com> e <trendhunter.com> E mais: vocês sabem o que é PDRN, letrinhas usadas no setor do skincare? É abreviação de Polydeoxyribonucleotide, uma mistura de fragmentos de DNA extraídos das células do esperma do salmão ou das trutas. De onde vem a ideia? Claro, da Coreia do Sul, que usa mais o salmão, por ser mais compatível com a pele humana. Gente, imagino o que deve ser trabalhar em um laboratório de pesquisas destes produtos. Esperma de salmão?!
Gente / Alguns bonitos

Gente do show business que se destaca pelo estilo e profissionalismo: hoje é dia de bonitos e competentes Bailarino de 22 anos, Luiz Pereira está fazendo sucesso na moda desde 2024, sem deixar de dançar o estilo voguing (derivado da música Vogue, da Madonna). Já ganhou prêmios como o de Melhor Solo Masculino Contemporâneo Avançado, no Festival de Dança de Joinville em 2022. E desfilou para João Pimenta, Handred, Normando, Alexandre Herchcovitch, The Paradise. Olhem o Luiz como bailarino e em pose moda. Um pouco na linha de beleza do Jaafar Jackson, que interpretou o tio no filme Michael (categoria Tem-que-ver).Mais dois bonitos! Os atores Marcos Veras (filme: O Gênio do Crime) e João Guilherme (do Rei da Internet) participaram do podcast OdeioCinema, para comentar seus trabalhos estreados nesta semana passada . Assistam os episódios completos no canal do AdoroCinema: <https://www.youtube.com/playlist?list=PL2lOqL-zqHnOmKUGNA3yGtQuim5BPDjT0> Outro belo: Jesuita Barbosa (que fez o filme Homem com H, como o Ney Matogrosso e a peça Lazarus) está trabalhando em Sábado Morto, filme dirigido por Leonardo Lacca. As locações são entre Recife e a região de Arcoverde, no interior de Pernambuco E o Harry Styles, todo bonitinho de shorts e blazer do Marc Jacobs. Vale ver o animado video novo, da música Dance no More, no YouTube Faltava quem? Meu coreano favorito, Lee DongHae, que está começando sua primeira turnê solo, do concerto Alive.O cara trabalha muito, continua no grupo SuperJunior, recém reinaugurou o Haru Café, e busca parcerias com jovens talentos e outros grupos novos. Ah, há boatos de que tem uma namorada desde 2016, também cantora…
Inverno 26 NY / Marc Jacobs

Como analisar uma coleção? Pelas roupas desfiladas ou penduradas em cabides, por fotos, por vídeos? Ou por referências pessoais, focadas em quem criou, em seus trabalhos já vistos, talvez em situações marcantes? A coleção do Marc Jacobs, abrindo a semana de Nova York, passa por alguns argumentos destes tipos. O fato de ter acompanhado sua trajetória enquanto era diretor de criação da Louis Vuitton. A primeira vez que vi Pharrell Williams como DJ em um evento (que nào deu certo, o som teve algum problema). Até as trilhas sonoras, que provocavam a corrida até a Virgin para comprar o CD. Portanto, não esperem uma análise simples. Vamos lá: A estrutura é reta, estreita. Saias de cintura alta predominam. No colorido, muitos neutros, mas alguns azuis e rosas – lá vem a lembrança: ele sempre incluiu algum tom de rosa -, um terno, alguns casacos mais longos. No geral, é uma mulher sem curvas, vestida como um tubo. Nada de sapatos extravagantes nem bolsas esquisitas. No fundo, é uma coleção simples, comercial, apresentada desta forma reta. Há alguns centímetros de corpo visível em certos looks em que a cintura desce em calças. As meias pretas voltam fortes. E aí vem o que complica a análise. O conceito, a ideia de Marc Jacobs sobre a criação: Lembranças, tanto amargas como belas, são uma faculdade, um propósito de influenciar ações atuais e futuras – quem somos, o que criamos, o que deixamos para trás e o que levamos em frente. Pronto: sei lá o que isto tem a ver com as mulheres retilíneas, mas já me conquista. Dá vontade de conversar com ele, de falar das boas lembranças que ela deixa, da admiração pela coragem de ter trabalhado em um país na época ainda cheio de preconceito contra jovens não-franceses. De ter levado uma marca que só fazia malas e bolsas ao patamar de lançadora de estilos em roupas e consumo de moda em geral. Como uso este espaço para contar como foi, quais os destaques, sigo a tradição de apontar o que vai valer apostar o cartão de crédito a partir de setembro deste ano (se não for nas lojas físicas, no site, na Farfetch, etc). E o que provavelmente não vai favorecer mulheres curvilíneas, que gostam de se impor pela figura. As fotos estão fora de ordem, estratégia do Pixrl Editor. Vai entender. Cartão a postos: Os casacos. O azul tem impacto, desafia as nevascas (foto 13). Ou o mais delicado (foto 7). O look em jacquard (foto 4). A combinação de tons em vermelho escuro (foto 5) O tailleur de saia mais baixa (foto 22) Os vestidos tomara-que-caia, de alcinhas, que agitaram a plateia (fotos 6, 16 e 18) Pense duas vezes: A mistura de rosas (foto 17). Talvez funcione em peças separadas O microvestido azul (foto 20) Os looks 9 e 10. Ficaram piores na foto, com esta pose das modelos Camisa branca é sempre uma boa aquisição. Mas deste jeito…(foto 12) E mais: o elenco que desfilou incluiu a gaúcha Gabriela Nied (@gabi_nied), 21 anos, da Way Model. Olha ela!
Como são os homens da moda?

Nenhuma pretensão de apresentar todos os senhores que mandam bem nas coleçíµes. Achei oportuno lembrar como são os possíveis candidatos ao cobiçado posto de diretor criativo da Chanel. Vocês sabem como são as figuras deles? Como é o petulante (e competente) Alessandro Michele)? Como era Galliano nos tempos áureos, quando sua presença no final, com seguranças ao lado da passarela, era mais esperada do que a própria coleção da Dior? Vejam só os garotíµes da Moda? À esquerda, no alto, RICK OWENS, (1961), californiano, casado com a Michele Lamy ao lado, NICOLAS GHESQUIÉRE (1971), francês, diretor criativo da Louis Vuitton Exibido, JOHN GALLIANO (1960), de Gibraltar, foto nos tempos da Dior. Agora está na Maison Margiela,mas há esperanças que vá para a Chanel De vermelho, grisalho, MARC JACOBS (1963), novaiorquino. Foi Vuitton, tem marca própria e cobiça Chanel E ali de barba e cabelão, ALESSANDRO MICHELE (1972), romano, que saiu da Gucci e está na Valentino. Arrasando! Ué, a troco de quê, incluir Yves Saint Laurent, em pleno ateliê? Não está mais entre nós, mas continua sendo um exemplo de profissional criativo, elegante, sempre de guarda-pó para não encher de linhas e pó dos tecidos nos seus ternos. Nunca entrevistei, nem cheguei perto, mas tive o privilégio de assistir seus desfiles e aplaudir de pé no final.
Rendas de Antonia Frering

Bonita, elegante, versátil. São algumas qualidades da Antonia Frering, que pode ter herdado o bom gosto da mãe, a bela e amável Carmen Mayrink Veiga. Depois de provar o talento de atriz em novelas, agora Antonia assina uma coleção para mesas festivas. Sim, porque não são louças, taças e serviços americanos para o dia a dia. A começar pelo tema delicado: Renda. Quis fazer tudo de renda, porque gosto muito dos meus jogos americanos rendados. Acho que a renda é eterna e gostei de passar um pouco disso numa louçaâ€, detalha a autora, que trabalhou em colab com Cian Candle nas louças, copos e taças e com Maria Pia Marcondes, da MF Collection, na produção dos serviços americanos. Todas as peças têm a delicadeza da renda, até na pintura à mão nas taças. Detalhes em ouro completam o requinte da coleção. A personalidade da Antonia está presente nas velas aromáticas com fragrância inspirada no seu próprio perfume, uma fórmula floral amadeirada de jasmim, pera e carvalho. â€œÉ uma coleção que espero inspirar as pessoas a se reunirem mais e criar cada vez mais novas memórias afetivas. Estava buscando algo que um dia a gente pudesse deixar para os filhos e para os netosâ€. Muito bom, ter objetos assim, que unem o luxo à riqueza familiar, como um relógio Patek Philippe. * E mais: outra delicadeza. Aliás, microdelicadeza: a bolsinha On the Go, da Louis Vuitton, leiloada pelo Pharrell Williams. Em https://iesarodrigues.com.br/microbolsa-para-colecionar/ Esta é para usar na vida real: a nova bolsa do Marc Jacobs, em preto e branco. Tentadora…https://iesarodrigues.com.br/marc-jacobs-no-contraste/
Melissa pega Marc Jacobs

A marca brasileira mais famosa de calçados injetados se une em coleção cápsula – o que, em geral, significa edição limitada – e lança três modelos novos, todos com o monograma do Marc Jacobs. A maioria é em cores primárias, E contam com o fator sustentabilidade, porque são feitos em EVA bio, à base de cana-de-açúcar, 25% de origem vegetal na composição. Além de não maltratar animais na produção. Vamos aos modelos: o tal clog, todo modernão, que no prata só é vendido no site <melissa.com.br) ou nas lojas Galeria Melissa (uma em SP, outra em NY). Vai de 33/34 ao 39/40. o interior da sola é feito com garrafas pet. Custa R$ 419,90 no Brasil e US$ 250 no site do Marc Jacobs. O tamanco, de solado poderoso, alto, em cores primárias, vermelho, azul, off-white e prato. Preço Brasil: R$ 349,90. No site Marc Jacobs, US$ 195 a sandália slide, que tem uma numeração maior, vai até o 43/44 – acho justo, porque é mais democrático. Principalmente o pessoal jovem tem pés maiores, pelo uso de tênis, por exercícios, etc – Também em vermelho, azul, off-white ou preto. Preço Brasil: R$ 219,90, preço Marc Jacobs US$ 150 Repararam a diferença? Vale a pena comprar no Brasil. Se comprar no site do Marc Jacobs, há sempre o risco do produto não chegar, de ter que pagar taxa de importação.
Heaven do Marc Jacobs

Marc Jacobs sempre foi enfant terrible, do tipo que aparecia de saia para os aplausos no final do desfile da Louis Vuitton, onde foi o designer nos gloriosos anos 1990. O que na época, em Paris, ainda escandalizava. Só o Gaultier fazia isto, aparecia de saia xadrez, pregueada, etc. Portanto, não surpreende que Jacobs tenha lançado em setembro de 2020 a marca Heaven. Em princípio, para um público adolescente, mas acabou sendo um portal para o enigmático mundo do designer. É a marca que mantém vivo o espírito grunge. Quem assina as coleçíµes é Ava Nirui, descoberta há cinco anos no Instagram. Foi contratada como diretora de projetos especiais da marca Jacobs, em seguida a uma collab com a Dr. Martens, que lançou uma bota com solado de quase 5 cm de altura. O símbolo da Heaven é o ursinho de duas cabeças, que existe em pelúcia feita pela alemã Steif. A coleção recém-lançada inclui roupas femininas e masculinas, brincos, colares, bolsas, sapatos e anéis. Alguns itens já esgotaram, como o anel Fuck (US$ 35) ou o cordão Friendship, com o ursinho dividido em 2 (US$ 75). Aí, vem o problema: pelo site Marc Jacobs não enviam para o Brasil. Vale perguntar para empresas como a @encomendecoisas, se houver um grupo visitando uma loja Marc Jacobs. Ou pode pedir para comprar no site, e será enviado dos Estados Unidos para o Brasil pela empresa. Agora, uma boa: os sapatos e botas Dr. Martens chegam até nós pelo AliBaba. Fiquei surpresa, até agora não acredito nos preços. Em torno dos R$ 230 até quase R$ 400! Vi que vem dentro da caixa original, mas se desconfiar da autenticidade, confere no Farfetch, onde os preços rondam os mil e tantos reais. É sapato de couro, dura tanto que a gente enjoa, joga fora. Claro que me arrependo até hoje de ter me desfeito do meu, dos anos 1980. Quem manda ter mania de viajar com mala leve? Não queria voar com ele calçado, ocupava espaço na mala. Pá: ficou no hotel Andei vendo os preços dos coturnos nacionais. Tipo, R$ 600 e tal, mil e tanto. Bem, a vantagem é que se experimenta na loja, paga em real e sai com sua sacolinha na mão, não precisa esperar chegar na Policia Federal, na Alfândega, na estação de tratamento de Benfica, nos correios, em Curitiba (uma rota frequente nos produtos importados) ou na Anvisa – sei lá se consideram sapatos do ponto de vista medicinal, ortopédico.
Carteiras do Marc Jacobs
Acessório dentro de acessório: esta é a ideia do lançamento das carteiras do Marc Jacobs. A campanha ensina que são must haves para ter dentro da bolsa. E são lindas mesmo. Tem uma variedade de modelos, que vão desde estas coloridas, com fecho, com alcinha, com estampa floral, as minicompactas. Os preços variam desde a J Link Small Top vermelha, em saldo por 69 dólares, ou desde 95 dólares pela linha ZipTop Colorblock. Até onde sei, enviam para o Brasil. Segundo o site, compras acima de 50 dólares não pagam frete. Como estas regras mudam muito, vale confirmar no site marcjacobs.com
Marc Jacobs / verão 19

Tem que ver: desfile do Marc Jacobs em https://www.marcjacobs.com/about-marc/collections/spring-2019/?j=4861809&sfmc_sub=19825736&l=501_HTML&u=105963071&mid=6260366&jb=7&utm_source=et&utm_medium=email_mktg&utm_content=Brand&utm_campaign=US_EN_20180913_SS19Show MUito color candy, tons de amarelo, rosa e verde, metalizados conjugados com peças mais comerciais. Saltos altos sem exagero e cabelos curtos coloridos. Confirma poder dos babados e das flores, com rosas presas no pescoço. Que fofo, Jacobs de camisa de poás e chinelo com meia preta. Não dá para definir se é Birkenstock (aliás, vai abrir uma loja da Birken no shopping Leblon). Não é impressionante a quantidade de looks e de mulheres desfilando? É o poder da moda americana, mostrando como Jacobs faz falta em Paris…
Xadrez do Jacobs

Por que há um mito de que o Rio não tem inverno? Ou pior, que o Brasil não tem inverno? De São Paulo para baixo, no Sul, tem até neve de vez em quando! No Rio de Janeiro os ares condicionados estão desligados, as rasteirinhas substituídas pelos tênis, mesmo sem intençíµes de ir para a academia. Dai, que faz sentido esta onda xadrez-cobertor do Marc Jacobs. Sem conceito lenhador, grunge, um estilo jovem com comprimento moderno. Curto, só quando é shorts. Os preços andam em torno dos US$ 400, um pouco acima, um pouco abaixo. Dólar, heim, povo consumista? O bom é o coturno rosa, também nesta faixa dos US$ 395. Saibam que também temos este tipo de botinha, na marca Cherry, que complementou desfiles em Belo Horizonte, no Minas Trend. No e-commerce www.cherrybyboa onda.com.br os preços dos boots em full plastic começam em R$ 76,93 (de poás!) e vão até R$ 156. Aí, é em Real, pode parcelar em seis vezes. Bom, né?
Marc Jacobs colegial

Enquanto nos preparamos para os eventos de verão (vai entender este calendário brasileiro! Deve ser mais uma tentativa de see now buy now), a turma do hemisfério norte investe na volta às aulas, sem setembro. Uma das melhores propostas vem do Marc Jacobs, que mostra calças estilo academia (track pants), jaquetas e até uma camisetinha básica, irresistível. No mínimo, pelo preço (95 dólares), já que as outras peças andam pelos 300 a 600 dólares. Nos looks, nota-se a tendência consagrada do corte soltão, caído sobre os sapatos. Ainda valem as flatforms. As cores lindas, na gama dos pretos e vinhos, com o contraponto do camelo, típicas do inverno. E o mais importante, a confirmação da volta às Varsity Jackets, ou os blusíµes que denominamos aqui como College. Mais detalhes no Dicionário da Moda, aqui mesmo no site. Referências Na animação Universidade Monstro ena série Glee aparecem as tais jaquetas, símbolos de alunos vitoriosos nos esportes nas universidades americanas. Marc Jacobs não faz remessas para o Brasil. Apelem para as cegonhas (pessoas que fazem as compras nos Estados Unidos e remetem em caixas para o Brasil. Ver em cegonhaimportadora.com.br ou no facebook/cegonha importadora).
