Em meio aos despojados movimentos hippies e aos coloridos looks dos adeptos das patinações, Diane von Furstenberg, belga casada com nobre alemão vendia milhares de vestidos simples. De jérsei, transpassados, estampados, vestiam bem todos os tamanhos, em qualquer parte e horário. Foi um sucesso global, tanto que ela chegou a ser citada como uma das 100 mulheres mais influentes do planeta na lista da Forbes. Veio a ao Brasil, deu entrevista na suíte do Copacabana Palace, me presenteou com um estojo de maquiagem, super simpática.
Estão estranhando esta abertura fora do normal, meio subjetiva, passadista? É que parece que em determinado momento a alfaiataria dos anos 1980 e o fato de se esgotarem as adeptas dos vestidos da DVF, ela sumiu do circuito. Voltou recentemente, e desfilou no primeiro dia da semana de Nova York. Aí é que complicou.
O pior, as cores. Uns verdes difíceis de combinar com as peles femininas. Um azul anti-colisão, em look desproporcional, com calça bufante e top justinho. Até uma saia com a assinatura da criadora, com blusinha de losangos, Um vestido com cada parte de uma cor. A saia metade marrom, metade amarela, a blusa, metade azul, metade preta e uma manga preta e outra azul. Para arrematar, uma mísera faixinha verde.
Deu pena.
Quer investir num DVF? Vai no básico, o vestido com estampinha neutra. Ou no top transpassado azul, companheiro da calça bufante (esquece a calça)
Feche a bolsa: olha, passa a marca desta vez.