Antes de seguir para a jornada de Dragão no Centro de Convenções, dei uma olhada no shopping Iguatemi de Fortaleza, para ver a coleção da Cris Barros na Riachuelo. A Cris, ok, coleção bacana, variada, com bons preços. O resto da loja, mais fraco que a C&A. Dá para ver que há uma vontade de aderir o circuito lançador, a campanha está mais jovem (apesar da altura do volume da Fireworks), e é feito um desfile com temas definidos. Primeiro, um possível desastre, com os vestidinhos tomara-que-caia usados com sutiãs coloridos. Estampadinhos, em jeans leve, curtos, prometem deixar muito sutià inteiro à mostra nas ruas. Depois o estilo fetiche, meio influenciado pelo último da Louis Vuitton, com hotpants fazendo escada para a alfaiataria, os casacos pretinhos, Bárbara Berger empunhando chicotinho. O estilo mais urbano mereceu um styling mais marcado, com turbante e faixas vermelhas-pink. Muito vestidinho preto, rendas, um lance com direito a uma saia mais longa, com camisa branca. O final, ao som de Shaft, lembrou os anos 1970, shorts jeans, camisetas com estampas localizadas e paletozinhos. Se o jeito pin-up do principio pareceu arriscado, ainda que tendo Mariana Weickert como ícone, a parte da alfaiataria vai render bem neste inverno. Se seguir assim, a Riachuelo começa a merecer a atenção das loucs por moda Antes de seguir para a jornada de Dragão no Centro de Convenções, dei uma olhada no shopping Iguatemi de Fortaleza, para ver a coleção da Cris Barros na Riachuelo. A Cris, ok, coleção bacana, variada, com bons preços. O resto da loja, mais fraco que a C&A. Dá para ver que há uma vontade de aderir o circuito lançador, a campanha está mais jovem (apesar da altura do volume da Fireworks), e é feito um desfile com temas definidos. Primeiro, um possível desastre, com os vestidinhos tomara-que-caia usados com sutiãs coloridos. Estampadinhos, em jeans leve, curtos, prometem deixar muito sutià inteiro à mostra nas ruas. Depois o estilo fetiche, meio influenciado pelo último da Louis Vuitton, com hotpants fazendo escada para a alfaiataria, os casacos pretinhos, Bárbara Berger empunhando chicotinho. O estilo mais urbano mereceu um styling mais marcado, com turbante e faixas vermelhas-pink. Muito vestidinho preto, rendas, um lance com direito a uma saia mais longa, com camisa branca. O final, ao som de Shaft, lembrou os anos 1970, shorts jeans, camisetas com estampas localizadas e paletozinhos. Se o jeito pin-up do principio pareceu arriscado, ainda que tendo Mariana Weickert como ícone, a parte da alfaiataria vai render bem neste inverno. Se seguir assim, a Riachuelo começa a merecer a atenção das loucs por moda