O que comprar (e como) no Grand Bazaar

Juliana Spotto

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Epicentro do comércio em Istambul, na Turquia, o Grand Bazaar, além de ser um dos mais antigos mercados do mundo, ferve de vendedores caçando turistas para uma boa compra. Em cada ruela é possível sentir o Oriente nas jóias, peles, tapetes, couro e produtos exóticos. Muçulmanas apressadas carregam várias sacolas enquanto seus maridos arrematam colares pesados de 22 quilates. A lógica aqui é fechar negócios, não apenas adquirir bens materiais.

Quando o lojista oferecer o preço dele pelo produto, ofereça bem menos do preço pelo qual você gostaria de comprar a peça.  Se ele negar, aproxime do preço esperado e veja se conseguem achar um meio termo. Não tenha vergonha: barganhar está na alma dos turcos.

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Passeando nas ruas barulhentas, vendedores te abordam com o mesmo discurso decorado implorando para entrar em suas lojas. O jogo de sedução consumista turco pode te conquistar, mas é preciso ficar esperto entre o que é chamado de exclusivo e o que é realmente verdadeiro. Principalmente com as jóias: muitas delas são folheadas e cópias perfeitas das originais. O segredo para sentir a legitimidade da peça é sentir o peso e ver se elas realmente correspondem ao prometido.  Procure lojas mais consolidadas no mercado: elas não continuam no bazar por acaso.

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Para o desespero do grupo ativista Peta, peles estão entre um dos bens mais vendidos no mercado. Sonia Rykiel, Karl Lagerfeld, Paule Ka e Lacompel são algumas das marcas de peles de chinchila e raposa possíveis de encontrar.

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Mas se quiser adquirir autênticos produtos orientais, procure por lojas de óleos essenciais, que vendem o incensado óleo de argan (perfeito para hidratar o cabelo) por 20 liras turcas, e lenços 100% de seda por 15 liras turcas. É de deixar qualquer mulher enlouquecida.