Coréia do Sul/ doramas de cozinha

As séries passadas na cozinha sempre divertem. Tanto pelas brigas entre os cozinheiros e o chef, como pelas histórias que os coreanos adoram produzir, com passagens de tempo e trocas de personagens. Este tipo de dorama só tem um defeito: dão uma fome! Estes são os que já assisti e curti: Wok do Amor Disputas de chefs de culinária chinesa, que utiliza as grandes panelas wok, incendiando os quitutes. Aprende-se as hierarquias nos fogões de um hotel de luxo. No elenco: Jang Hyuk, que faz o chef-vilão Doo Chil-sung; a Jung Ryeo-won, a aprendiz de wok Dan Sae-woo o Oh Eui-shik, que é o chefe das woks, vive implicando e aprontando E o lindão, Lee Jun-ho, o talentoso chef Seo Poong São 19 episódios, produção coreana de 2018. Comecinho do Jun-ho! Vestida para o amor: Um título nada a ver para este dorama japonês. Fico devendo o título original, porque de japonês só sei RAI (sim) e ARIGATÔ (obrigada). A protagonista cuida das redes sociais de uma grande empresa, posta três vezes ao dia, consegue 100 mil seguidores. E se apaixona por um chef desanimado, minimalista. Que prepara pratos espanhóis maravilhosos No elenco Ryüsei Yokohama (é o chef Jun Fujimo). No começo, é meio descabelado demais, mas merece uma segunda avaliação a partir do meio do dorama Haruna Kawaguchi, é a influencer Kurumi Mashiba Osamu Mukai faz o ex-chef da Mashiba, ex-paixão dela. Ele ganha um apelido engraçado São 10 episódios, produção japonesa de 2021 Senhor Rainha Dorama de época? Não, dorama de passagem de tempo. Um chef atual vira rainha na era Joseon. Divertido, mas com trama de disputas de poder No elenco: Shin Hye-sun, que faz Kim So-yong, o trocado Jung Hyun-kim, que é o rei Cheoljong, bonitão Na In-woo, o Kim Byeong-in, coadjuvante belo São 20 episódios, produção coreana de 2020 Gostinho de amor Um herdeiro arrogante, dono de um restaurante de luxo e uma chef discreta, que cozinha em um restaurantezinho no interior. Claro que o herdeiro se apaixona pela chef e…pela sua comida No elenco: Go Min-si, é a Mo Yeon-joo Park Ji-hoon, que faz o Eun-jae Kang Haneul, o Han Beom Produção coreana de 2025, 10 episódios Bon Appétit, Vossa Majestade Mais uma passagem e troca de tempo. Uma chef de Seul passa para o passado da nobreza e encontra um cara que ela não sabe que é o rei da época. E ele adora a comida dela. No elenco : Lee Chae-min, a Lee Heon Im Yoon-ah, o belo Yeon ji-jeo Youngwon Park, o Shin Soo-hy São 12 episódios, rapidinho! Produção coreana da Dragon, a melhor produtora de lá. De 2025 Todos estes doramas de cozinha estão na Netflix.. :
Coreia do Sul / Nosso Destino

Caaalma: a Coréia do Sul ainda não é nosso destino. É que hoje é dia de escrever sobre assuntos coreanos, um dos meus favoritos desde 2018, desde que vi meu primeiro dorama, o “Holo, meu amor“. Dali em diante, além de grudar na Netflix, comecei a estudar a língua com o Comib, um trio que se desfez, mas tinha um bom professor, o Song. Depois passei para a Sandra Jang, que me deu uma bronca inesperada em um erro de vocabulário. O Duolingo entrou na rotina, mas a felicidade veio com o Fale Coreano, do Kevin Lee e sua irmã Juliana. Então, vamos ao Nosso Destino. São 16 episódios com romance, suspense e…feitiços! Confesso que, mesmo sendo relativamente imune a roteiros deste tipo, bem fiquei com taquicardia em certas cenas. E os capítulos 13 e 14 são brabos. A história tem a ver com carma desde a era Joseon, xamãs, feitiços escritos com as letras do alfabeto coreano ainda em linha vertical (como os chineses), competição no trabalho, facadas, belas casas. E os personagens, que ganham bons salários, almoçam no Subway, aquela rede de sanduíches que me parece ser sócia da Netflix ou patrocínio master dos doramas. Faz parte da minha lista de tem-que-ver. Nem que seja só pelo Ro Woon. (vejam o belo também em Amanhã (roteiro triste) e Os casamenteiros. E mais: estou concluindo esta postagem e entra no e-mail uma nota. Sobre o Instituto Mistae, centro-escola de tradições místicas e iniciáticas! Isto é, trata de bruxaria ancestral, oráculos, mapas de autoconhecimento e vivências mágicas. Uma escola de bruxas! Fundada em 2023 por Alline Lima, depois da pandemia, que desencadeou um aumento de espiritualidade e de 40% da população de 95 países na crença em bruxas. Que coincidência com o xamanismo, tema principal do Nosso Destino. Para saber mais: https://mistae.com.br
Meu lado asiático
https://www.blogger.com/blog/post/edit/7653657861792206717/6282514444184591668
O tempo entre 1998 e 2023

Um elenco estelar: Ahn Hyo-seop (do Pretendente Surpresa), Jeon Yeo-been (do Vincenzo), Kang Hoon, o trio protagonista que vive entre idas e voltas de 1998 e 2023. Este é o foco do “O tempo traz você de volta pra mim”, da Netflix. São 12 episódios, cada um de pouco mais de uma hora. Fica meio confuso no início, principalmente para quem assiste quase dormindo. Mas é daqueles que grudam, hipnóticos, não se consegue interromper. Minha amiga Val aguentou até o terceiro episódio. Algumas cenas comovem. Os atores convencem. Vale ver. Agora estou em três séries ao mesmo tempo: “Chegou a hora da verdade”, “Nosso Destino” e “Behind your touch”. Todos são semanais, dá uma ânsia! E ainda tem um webtoon de suspense, que nem sempre tenho coragem de assistir “Chasing Tails”. Tento ver os japoneses, nem sempre dá certo. O das fadas e demônios tem atores ótimos, mas parece papagaiado, com figurino exagerado, história arrastada. Vi um chinês de jogadores jovens de tênis, gostei. Mas a produção técnica coreana é imbativel.
Dorama: pulem este!

Olha só, que elenco bom! Vários conhecidos, inclusive o Oh Eui Shik, que faz o psiquiatra (e foi um dublê emDivorciados, um autista emIntensivão de Amor,só do que vi recente.O cara é bom de pesonagens diferentes), ele está ali no alto à direita. Mas quem está curtindo os doramas para abstrair um pouco da vida dura que estamos levando, pode ir logo pulando esteSegunda Chance. É uma desgraça atrás da outra, a maior parte das personagens é fantasma, moradores de um crematório. Não quero saber como uma família inteira morreu em um acidente de carro, como uma grávida morre ao parir, depois de outro acidente de carro, e por aí vai. Na apresentação, o estudio Dragon ou a Netflix diz que é uma série para a família. Eu, heim? Se quiserem entrar em depressão ou pânico, achando que vão bater as botas a qualquer momento, vão lá, são 16 episódios, cada um com pouco mais de uma hora. Depois não digam que não avisem. Ah, e de novo, nem comecem a ver Radiante. Este é barra pesada, mesmo. Querem saber? Se estão querendo algo apavorante, vão no Sweet Home. Eu não passei do meio do primeiro episódio. E é com o Song Kang, mas não deu pra mim. Este é o Oh Eui Shik, em Intensivão do Amor. Um papel secundário, super marcante. Este é um dorama bom de ver
Kim Sun-young, nove entre 10

Assisto aos doramas coreanos, eventualmente aos japoneses e chineses, desde 2019. Um dos meus primeiros favoritos foi o Romance is a bonus book, passado em uma editora de livros com o lindo Lee Jong-suk e a competente Lee Na-young no elenco. Mas os coadjuvantes também encantavam, e uma das chefes, acho que do marketing, era ótima, se separava do marido, usava figurino bacana. Era a primeira vez que eu via a exuberante Kim Sun-young. Kim Sun-young em Homemade Love Story e em Romance is a Bonus Book (fotos tiradas da TV. Nos sites dos doramas ela não aparece em fotos) Acabou o Romance, passei para o Reply 1988. E lá estava a Kim, agitando naquela vila onde meu favorito era Park Bo-gum, como tímido jogador campeão de Go. Assisti mais de uma vez ao Porque esta é a minha primeira vida, com o Lee Min-ki (que caminhar bonito) e a Jung So-min, que depois revi em Alquimia das Almas, muito melhor do que a substituta da segunda temporada. Pois lá estava a Kim Sun-young na lista do elenco do Primeira vida. Um dos papéis mais divertidos dela foi a tia escandalosa em Homemade Love Story. E mais tem mais Kim em Backstreet Rookie.E a mãe insuportável e chic em Intensivão do Amor. Por tantos papéis, dizem que nove entre 10 doramas têm esta atriz nascida em 1976 no elenco. Para mim, ainda falta vê-la em When the camellia blooms e Pousando no Amor, que comecei a ver e achei chato. Sim, sei que é um dos sucessos da Netflix, mas não deu imprint (lembram da saga Crepúsculo?). Certos doramas demoro a assistir, tenho resistência. Além do Pousando, demorei (e depois gostei) a ver o Alquimia das Almas. Ainda não vi o da advogada autista, que todo mundo, até os não dorameiros viram. Kim Sun-young já ganhou prêmios de melhor atriz, é super versátil e tem carisma. A tela parece que se anima quando ela entra em cena.
Well intended love

De vez em quando testo um dorama (pronúncia DRAMA, em coreano, segundo a prof Sandra Jang) de país diferente, sem ser da Coreia do Sul. Nesta semana, assisti Well-Intended Love, chinês, em duas temporadas. A primeira começou em janeiro de 2019, a segunda terminou em 12 de março de 2020. Roteiro: interminável série de armadilhas, sequestros, trapaças, traiçíµes, atropelamentos propositais, etc. Já começa com uma doença inventada pelo protagonista, um CEO jovem, rico e bonito para conseguir ficar com a heroína, jovem, bonita e pobre, atriz de segunda categoria. Em meio a muitas mentiras e perseguiçíµes, se apaixonam de verdade, claro. Figurinos: talvez por ter começado em 2019 é bem datado. Nem os ternos escapam da modelagem esquisita. Os homens não usam meias. Cenários: não se comparam com o estilo das casas/cenários coreanas. Há uma cena que se repete, o horizonte de prédios da cidade (qual? Sem identificação) com o mar (ou rio) e uns barquinhos. Atores: talvez pelo roteiro de traiçíµes e trapalhadas, os atores são obrigados a um estilo meio canastrão. Mas cumprem o papel de entreter. Este é o protagonista, o CEO da história, personagem Ling Yi Zhou. O ator é Xu Kaicheng, alto, magro, ângulos bonitos. O cabelo é meio estranho, parece que usa aquele laquê antigo, meio espetado. Acho que as dorameiras gostam mesmo é de curtir o ator principal. Então, fica só a foto do Xu, o resto do elenco é este: A atriz de segunda categoria é a Xia Lin, interpretada por Simona Wang, personagem boa fé demais. Confia em todo mundo e se dá mal em geral O segundo personagem, um ator famoso, é o Chu Yan, interpretado pelo Ian Yi. Um pouco caricato, mas expressivo O secretário pessoal do CEO é o Wen Li, interpretado pelo Huang Qian Shuo, silencioso e fiel ao chefe O vilão-mor (tem pelo menos 3) é o Nan Jin Tian, interpretado pelo Yang Hao Min. Já fui dormir quase às 4 da madruga, crente que a série estava acabando, no episódio 16. Que nada, ainda foi até o 20! E descobri que existe a temporada 2 TEMPORADA 2 Bom, já que tem temporada 2, vamos a ela. Eu não vou, porque é a mesma história, com menos sequestros e atropelamentos. Uma revisão da primeira, romanceada. Até achei que podia ter uma repetição, porque a Xia Lin teria perdido a memória. Mas pelas reviews é uma versão romanceada da primeira. O fato de ser uma série chinesa mostra algumas diferenças de cultura em relação aos coreanos. Não tem tanta comilança nem muita bebedeira (sim, tem algumas), as pessoas falam alô no celular, e ninguém se curva ou abaixa a cabeça quando cumprimenta. Mas também tem casamento arranjado, encontro às cegas e triângulo amoroso.
Homemade love Story

Tenho um blog <https://coreiadosuldaiesa.blogspot.com>, onde escrevo para lembrar os doramas que já assisti ou as notícias sobre meu grupo favorito, o Super Junior. Pouca gente sabe que o blog existe. Mas como os comentários que de vez em quando faço no Face provocam curiosidade, estou acrescentando como mais uma seção no site. Um detalhe: comecei a assistir as séries coreanas pouco antes da pandemia, vendo Mrs Panda and the Hedgehog. Gostei do ator principal, descobri que era o Lee Dong Hae e pronto, virei ELF (ever lasting friend). Não pretendo tão cedo enfrentar a longa viagem até a Coreia do Sul, mas por via das dúvidas estou fazendo aulas de coreano com os professores Song e Chang, do CoreanosMIB. Não é fácil, porque as palavras são diferentes e o alfabeto também. Mas como eles dizem, sigo fighting! Acabei de assistir este dorama, Homemade Love Story. Teve uma diferença em relação aos outros que costumo ver. Não prestei atenção no resumo, no princípio, fui assistindo. Mistura de drama com peripécias em torno de adoçíµes e namoros escondidos (como sempre, parece que é praxe na Coréia do Sul). Mas cheguei ao 16º episódio (numero normal de episódios nos doramas) e a história não se resolvia! Fui olhar na abertura: eram 50 episódios! Caramba, não vou conseguir ver tudo. Pois a história foi esquentando, o dramalhão aumentando, deu vontade de roer unhas ou dar uns tapas na cara de uma personagem mimada. E o pior: torci pelo vilãozinho! No final tudo acaba bem, mães e pais biológicos confraternizam com adotivos, todos namoram quem queriam. Tem partes bem divertidas, como o executivo rabugento que perde a memória e vira um querido. Ou a médica escandalosa e curiosa, que também atuou em Romance is a Bonus Book como a editora que se separa do marido O figurino não é grande coisa, só gosto dos casacos. Apesar de parte da ação acontecer em uma indústria de roupas. Meus atores favoritos: . Jung Bo-Suk, que faz o executivo que perde a memória e vira um doce de pessoa. E o Jeon Sung Woo, o vilãozinho que tem final feliz A mais chata, indecisa, até cruel, a personagem da Hwang Shin Hye
Fui ao cinema! Vi “Encanto”!

Depois de quase dois anos sem entrar na sala escura, enfim fui ao cinema! E numa super sala, onde foi apresentada a animação Encanto, da Walt Disney Animation Studios. Naquele cinema do Village Mall, perfeição em forma de poltronas, nem precisava de pipoca.Quanto ao filme, tem aquelas boas intençíµes da Disney: desta vez, é uma família mágica da Colômbia (só recentemente já tivemos os escandinavos de Frozen, os havaianos da Moana, os mexicanos da Festa no céu (epa, este é da Pixar); Nesta apresentação era versão dublada. Não vou dizer que é decepcionante, mas quando entram duas cançíµes no original espanhol, assinadas pelo maravilhoso Lin-Manuel Miranda (ator e autor do musical Hamilton) dá uma diferença;;; Não vou dar spoil, só recomendo a animação (irritante não poder classificar logo como filme, né?) pela qualidade técnica, imagino a habilidade dos profissionais que durante pelo menos dois anos desenharam, computaram, movimentaram aquelas cenas de dança da menina Mirabel, com as saias rodopiando – aliás, os figurinos são bem bonitos, principalmente da Izabel, a irmã que joga flores por todos os cantos. Mas o melhor personagem é o Bruno – também motivo da melhor música – um dos parentes da família Madrigal, que sabe de tudo, de forma impagável. Os cenários são daquele jeito, como no Rei Leão, que parecem reais. Montanhas e florestas perfeitas. Parece bobagem comentar isto atualmente, de tão acostumados que estamos com este realismo desenhado. Mas comparo com a dificuldade que é desenhar firme com a pen no iPad. Imagina estar cercado de monitores, renderizando, sincronizando, movimentando: haja concentração. Por mais que tenha curtido esta descoberta dos doramas coreanos durante esta pandemia (acabei de ver Hometown Chachacha e comecei My shy Boss, que hesitei muito até começar, porque os atores estavam feios na foto no menu da Netflix, mas é interessante. E uma vez por semana, o suspense do Chasing Tails, no Webtoon), foi maravilhoso ter a tela enorme, o celular desligado, o som certo – como nem tudo é perfeito, com o rosto coberto pela N95… E mais: O protagonista de HomeTown Cha Cha Cha (título que nada tem a ver com o ritmo, são as letras coreanas, que parecem bonequinhos) é o Kim Seon-no, ator que andou nas notícias de celebridades por causa de um namoro que acabou mal, e ele (parece) que é inocente. A namorada afirmava que ele teria obrigado a fazer um aborto, e ainda por cima desfez o namoro. Só que ele não era o pai, tinha outros caras na linha Logo que estourou o escândalo (imaginem na Coréia do Sul, país ainda bastante tradicional), ele perdeu papéis em séries, deixou de fazer um programa, perdeu campanhas. Agora, não só recuperou tudo, como tem anunciante dizendo que as vendas triplicaram graças à participação dele / a figura central é o Yeon-Woo-jin, protagonista do My shy boss, que confirma a importância dos hoodies e moletons / o último é um dos personagens do Chasing Tails. que estou acompanhando todas as sextas-feiras no Webtoon. Meio aflitivo, porque são adolescentes presos em um escritório derrubado, durante 14 dias. Três morrem, há uma investigação. Pelo título, talvez tenha algo a ver com o nove caudas, um monstro frequente entre Pokemons e Naruto. Vamos ver se é isto mesmo./ Um detalhe que sempre repito: nem adianta tentarr pronunciar os nomes dos atores, é completamente diferente. Kim pode virar Ran, Yoo se fala Auaun, não são assim, mas é só uma idéia da diferença entre o escrito e o falado./ querem saber mais, das vogais, consoantes do alfabeto coreano? Uma dupla divertida ensina tudo, vão lá em <coreanos mib> no YouTube
