E vem o Dragão

Antes da lista dos desfilantes o festival Dragão Fashion Brasil mandou a lista dos shows musicais. De 09 a 12 de junho, vão se apresentar cantores, DJs, bandas e projetos locais; E o melhor, acessos grátis, aberto ao público. O local: a programação será na Praça Verde do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, em Fortaleza (Ceará) Olha quem vai para o palco: 9 de junho (terça-feira) – DJ Renata Dib – Alice Caymmi – Ana Cañas canta Rita Lee – DJ Nego Celo 10 de junho (quarta-feira) – Projeto Voyage – Super Banda – Os Garotin – DJ Davi Fiuza 11 de junho (quinta-feira) – DJ Viúva Negra – 4rtin – FBC – DJ Priscila Delgado 12 de junho – DJ Maria Tavares – Transacionais – Daniel Peixoto – Fernanda Abreu – DJ Isa Capelo . 

social / de rapper a modelos

Hoje temos desde rapper até criadoras de estilo e moda Primeiro, o encontro na Dona Coisa, a grande multimarcas do Rio, liderada pela Roberta Damasceno. Foi o lançamento da B. Stylish da dupla mãe e filha, Claudia e Martina Barbosa. Todo mundo lá, minhas modelo (não adianta, sempre vou dizer que são minhas) Jackie Sperandio e Cristina Brasil, Helen Pomposelli, Liz Machado (maravilha nas passarelas), Rogerio S me dando inveja pelo belo broche na veste. Era muita gente, muita mesmo (fotos Ines Rozario) Como a Roberta ainda nao reabriu o café (é só torcida, não há previsão), fomos até o La Byciclette lanchar. Que lugar bom! O rapper brasileiro que ficou entre os 5 maiores lançamentos do Spotify Global em janeiro está se preparando para apresentação no The Town, em setembro. Os ingressos já estão à venda no Ticketmaster Brasil. Minha boy band querida, a Super Junior está em turnê de celebração dos 20 anos de trabalho. E já avisam que vão partir pros 25! Meu ídol, DongHae, está de óculos A bela Isabel Goulart foi para Saint Tropez convidada pela Audemars Piguet, que abriu loja na cidade e inaugurou o AP Tennis Club. No jantar de gala Isabel vestiu longos da Carolina Herrera, FW24 e Destree (foto Cris Vidal/ divulgação) Olha só, o baiano Matheus Hava, que vendia acarajés na Bahia, veio para o Rio vender bolos e sacolés (que ele mesmo fazia, à noite), agora aos 28 anos desfila para Armani, Misoni,  Calvin Klein, Lacoste. Bonito, né? Pois este bonitinho,o Olivier Rousteing, ganhou o prêmio de 2025 do Conselho de Costura e Arte na Moda do Museu da FIT. Ele agrada muito como diretor de criação da Balmain Sempre lançando moda, Beyoncé fez o show Cowboy Carter em Paris, usando óculos Tiffany Titan, assinado pelo Pharrell Williams. Detalhe: a parte de metal, a dobradiça,  é de ouro branco. Era de se esperar deste trio, Tiffany, Beyoncé e Pharrell. Ainda por cima, Paris!  

Um coreaninho com selfie e abraço!

Mais um visitante da Coreia do Sul vem se apresentar no Brasil. Este já rodou muito por aqui, cantou em Fortaleza, Goiânia, Recife, vejam a foto de abertura, com a bandeira.. É o Kisu, ex-integrante do grupo 24K, que assumiu a carreira solo em 2017 e vem se apresentando pelo mundo, desde Ásia, Europa (muitas fãs francesas!). Kisu vem cantar trilhas de k-dramas famosos, como Adorável Corredora, Pretendente Surpresa, Sorriso Real e Beleza Verdadeira. Será que não vai cantar a trilha de Spring Night, que é em inglês? O interessante é ver como este sul-coreano é mais modesto do que os outros que chegam por aqui. No Rio de Janeiro, por exemplo, estará no Teatro Dercy Gonçalves, no Grajaú, sem disputar grandes palcos em Copacabana ou Maracanãs.  Outra diferença é o acesso acolhedor de quem estiver na plateia com determinados ingressos. Vejam só: um ingresso Gold dá direito ao show, passagem de som com Q&A (perguntinhas), Hi Touch (bater a mão do artista), uma selfie!  Um abraço! custa R$ 572 (inteira) e R$ 492 (meia), bem abaixo dos R$ 1.200 em geral cobrados pelos colegas que nem chegam perto das pessoas. Também pode ter só a selfie, por R$ 120 ou o abraço, por R$ 90! Não sei se estes dois tipos dão direito ao show, devem dar. Se não derem, ainda assim vale muito ter um abracinho do seu idol, não é? A organização fica por conta da kin.stage, empresa brasileira que produz concertos de artistas asiáticos Rio de Janeiro Data: 20/06/2025 – Sexta-feira Horário de início do show: 19h Local: Teatro Dercy Gonçalves, R. Prof. Valadares, 262 – Grajaú, Rio de Janeiro – RJ, 20561-020 Ingressos: K-Drama in Concert II feat. KISU no Rio de Janeiro  e no site Clube do Ingresso. E ainda tem as redes sociais do bonitinho: Facebook  – Instagram – Facebook  –  YouTube – TikTok

SS 09, o show do SuperJunior!

Mais uma vez escrevo sobre coreanos do sul. Pelo grupo Super Junior me abalei para São Paulo para assistir ao show da turnê World Round SS 09. Tudo meio de última hora, porque o anúncio da vinda foi rápido- os ingressos Vip acabaram em poucos minutos. Ouvindo conselhos de quem já viu em outras cidades, comprei no mezanino, porque haveria cadeiras para pausar durante as previstas três horas de show. Já vou logo dizendo que não tinha cadeiras, nem foram três horas, foram duas horas e meia. Fui pra pista! Antes, também conta: como as portas (gosto de chamar de porteiras, kkk) abririam às 18h, para o show começar às 20h, a fila começou na véspera, com gente dormindo na rua. Eu fui às 16h, torcendo para que não chovesse, mas de capa de chuva amarrada na cintura. Então, se os rapazes voaram 24 horas de Seul até Santiago (onde o show foi dois dias antes) e mais 4 de Santiago até São Paulo, eu fiquei duas horas na fila, insegura pela desorganização, ninguém orientava onde ficavam as filas de pistas e do mezanino. Depois, mais duas horas até começarmos a gritar com o iní­cio do show, com uma das minhas favoritas, Burn the Floor. E mais as duas horas e meia de show. Por mim, ficava lá até hoje.   Mas um evento que atrai gente de todos os estados, de outros paí­ses (como a americana, que subiu na grade e ficou berrando, atrapalhando quem estava atrás) tem que ser levado em conta. Sabem qual foi a única notí­cia publicada no Google? Que tinham perdido a mala do Yesung, com remédios. Depois acharam, claro. Mas uma palestrinha: remédio não se píµe na mala que despacha, tem que ser na bolsa de cabine. O Super Junior, k-pop ativo há mais de 17 anos, ainda com nove membros da formação original de 13. Considerado lenda na Coréia do Sul, uma das primeiras manifestação da cultura Hallyu, que marcou a modernização coreana. Para saber mais, tem que ver o documentário Last Man Standing, no canal Disney +. Há quem chore, comovida. O Super Junior tem caracterí­sticas especiais: além das coreografias, todos têm vozes capazes de enfrentarem árias operí­sticas. E o mais importante: a capacidade de interação constante com a plateia, que corresponde sacudindo bastíµes de luz, cantando junto, dançando. Muito impressionante, param para autografar cadernos, fazem coraçíµes com as mãos, sentam na beira do palco para mandar beijos. E voltam a dançar, sem perder um passo. A plateia correspondeu, na maior animação, cantando como conseguia e berrando os refrôes em inglês (“Blow your mind!” do Mr. Simple, por exemplo).Nas apresentaçíµes do grupo deu para lembrar do show do Queen, no Rock n Rio, quando Freddie Mercury sacou que o público cantava, sem entender nada de inglês. DongHae, do Suju (como é conhecido o SuperJunior), também perguntou se todos estudavam coreano, porque cantavam junto as músicas. Resposta unânime: nããão! Eu levantei a mão, tí­midamente, hahaha. Muito bom ver a acolhida nas apresentaçíµes, Todos foram recebidos aos urssos, tanto o bonitão Siwon (pronúnica Shiuon), como o maravilhoso DongHae (Donrrê), e o querido Shindong, alé do lí­der Leeteuk, Yesung, Riewook, todos devidamente gritados. Cenários simples, de luzes e imagens de Led, chuvas de papelzinho de vez em quando, palco com extensão em passarela. Uma produção tí­pica de quem continua a turnê até fim de março, no mí­nimo. As agendas da Europa e América do Norte ainda não abriram. Por enquanto, a turnê acaba em março, no Vietnam. Nesta hora, dá vontade de dar uma de groupie, seguir o bando pelo mundo afora. Para falar de moda, o figurino foi de uma espécie de farda até looks pretos de brilho e camisas brancas, de babados, lindas. No final, a bagunça, todos de camisetão over sized e calças jeans largonas. O lí­der Leeteuk vestiu a camisa da seleção, DongHae se enrolou na bandeira e fizeram o L com as mãos. Muita gente achou que era pelo presidente Lula. Não entenderam que os SuJus se referiam a Love. Povo que não entende coreano, inglês, português. Nem prestaram atenção na intérprete. Aliás, rolou o boato de que devido às muitas horas de vôo, Leeteuk estaria com hemorroida. E era problema de coluna! Nas redes sociais é unânime a aprovação da SS09, nome da turnê. Um detalhe interessante: nem 10% do público tinha origem asiática, vindos da grande população coreana de São Paulo. Foi uma mistura de jovens e idosos, desde o grupo de pessoas que foi ao show há 10 anos e garotada estreando como fãs, as chamadas Elfs (ever lasting fans ou friends, amigas ou fãs para sempre). Nos grupos formados por localizaçíµes no Espaço Unimed, os primeiros comentários foram de não acreditarem de terem visto os idols de tão perto. Dois dias depois, algumas linhas se dizendo de ressaca do show. Agora já há sinais de depressão! Claro, há muitos shows maravilhosos pelo mundo e por aqui mesmo (basta dizer: Caetano! Gil! Adriana Calcanhoto! as Escolas de Samba!). Mas este Super Junior pegou a todos de surpresa, pela competência artí­stica e pela empatia com o ´público. Pareciam todos parentes nossos. De São Paulo seguiram para Lima, no Peru. De lá, vão para dois super shows na Cidade do México, onde o fandom é tão forte, que conseguiu trocar o lugar da apresentação e conseguiram um show a mais. Coitado do Leeteuk, haja costas. . Quanto a mim, volto às aulas diárias da professora Sandra Jang e às dificuldades do Duolingo. Me aguardem, aniorrasseió.(meu teclado cisma de não escrever nos caracteres coreanos)