Richelieu, a estrela da Fenacce

O Ceará reforça a posição de estado lançador com a realização de mais um evento importante: a quinta edição da Feira Nacional de Artesanato e Cultura do Ceará (Fenacce). O tema é Arte de toda Parte, o que inclui o desfile Do sertão ao mar, assinado por Thaty Rabelo, conhecida como rainha do jeans. Ivanildo Nunes, um dos designers brasileiros mais brilhantes e originais, vai desfilar a coleção Digitais, em parceria com o Senac. Ivanildo é mestre em assinar peças com richelieu, bordado executado por 15 artesãs de Maranguape. O lançamento do Fenacce será amanhã, terça-feira, dia 12 de setembro. E a Feira acontecerá de 26 de setembro a 26 de outubro, no shopping Iguatemi Bosque, em Fortaleza. A entrada é solidária, com a doação de 2 kg de alimentos não perecíveis: vale a pena, para ver o trabalho de 320 expositores, shows e a beleza da apresentação de 1.500 artesãos. Sorte de quem estiver em Fortaleza neste período. Prestem atenção nos horários da Feira: Dia 26/09: das 17 às 22 Dias 27 a 29: das 14 às 22h Dia 30: das 10 às 22h Dia 1º/10: das 10 às 20h Shopping Iguatemi Bosque: Av. Washington Soares,85 / Edson Qurioz / Fortaleza (Ceará)
Inspiramais: couro & cia

Inspiramais, salão que lança materiais e inovaçíµes para a indústria do couro, vestuário e bijuterias, se realizará nos dias 11 e 12 de julho próximos. O local não é mais em São Paulo, agora é no Centro de eventos da FIERGS (Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul), em Porto Alegre. Além dos espaços com as novidades, é imperdível a análise de tendências do Walter Rodrigues. E o destaque para a moda autoral, com programação valorizada pela participação de nomes da moda nacional. O destaque é João Maraschin, designer brasileiro de projeção internacional, professor de design na University of Arts London. Formado pela UCS (Universidade de Caxias do Sul), fez pós-graduação e mestrado em direção criativa pelo London College of Fashion em 2019. O currículo do João inclui trabalhos para JW Anderson, Wales Bonner, Alexander McQueen e Gucci, sempre criando em função de processos sustentáveis. “Equilibramos tecnologia e artesanato, olhando para o desenvolvimento colaborativoâ€, define o designer, que vai explicar estes processos no Inspiramais. Para ver de perto as propostas do João Maraschin confira as coleçíµes à venda na Selfridges (Londres), Luisa Via Roma (Florença), Penelope e na linda 10 Corso Como (estas duas em Milão) Imperdíveis da agenda : dia 11, às 10h30: Walter Rodrigues fala sobre a pesquisa Homo Faber, que deu origem aos mais de mil materiais lançados no evento Às 14h15: palestra de Alexandre Cerveira, antropólogo e coordenador do Núcleo de Estudos sobre Diversidade na Faculdade IENH (Evangelical Foundation Novo Hamburgo). !5h: Talk Business e lideranças femininas, com Cátia Muller, gerente de exportaçíµes da FCC; Ana Paula Grings, diretora administrativa da Piccadilly; Manoela Becker, diretora do Curtume Mats e Fernanda Hoffmann, representante do Sebrae RS. Mais representantes da Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Centro das Indústrias de Curtume do Brasil (CICB) e Associação Brasileira das Indústrias de Mobiliário (Abimóvel)que falarão sobre a presença das mulheres no ambiente de negócios. dia 12 às 11h15: Palestra de João Maraschin E mais: Os polos produtores de Juazeiro do Norte (Ceará) e Campina Grande (Fortaleza) trarão suas propostas de componentes para acessórios de couro. Ver em:https://iesarodrigues.com.br/sao-os-do-norte-que-vem/‎ Vamos dar as boas-vindas aos compradores que vierem de países da América Latina. Eles chegam em busca de não só detalhes como fechos e palmilhas como de cabedais! Ver os grupos em ação na edição passada emhttps://iesarodrigues.com.br/latam-no-inspiramais/
São os do Norte que vêm

Para quem ainda pensa que a produção de artigos de couro vem só do Sul do país, a 28ª edição do Inspiramais demonstra que as regiíµes Norte e Nordeste têm se destacado na produção de componentes para couros e calçados. Os polos produtores de Juazeiro do Norte (Ceará) e Campina Grande (Pernambuco) devem participar do evento por meio do By Brasil Components, Machinery and Chemicals,programa de apoio às exportaçíµes mantido pela Assintecal em parceria com a ApexBrasil (Agência Brasileira de Promoção das Exportaçíµes e Investimentos. Vamos ver o que vem do Norte/Nordeste:- coisa boa, certamente.
Os bondes e as felinas

Bondes e artesanato: esta é a dupla que forma a coleção Amor em Amarelo, que acaba de virar obra de arte em Lisboa. A sacola com a estampa do bonde luso (foto divulgação) Esta é a nova aventura de Cocco Barçante, artesão, professor e orientador de grupos de gente talentosa. Os bondes – ou os elétricos, como são chamados na capital portuguesa – estampam bolsas, aventais, mochilas, canecas, objetos e acessórios assinados por artesãs de Tres Rios, Miracema, Mendes, Nova Iguaçu, Porto e criadores como Beto Neves, Cacá Valente, Marias das Artes, Georgia Gomes, entre muitos autores. Cocco Barçante em plena reunião com as artesãs (foto divulgação) “A produção foi toda feita em Portugal, um desafio para o desenvolvimento do meu trabalho aqui na terrinha. Tive como parceiras as artesãs, as minhas felinas, como gosto de chamá-las, da Cooperativa Bandim, uma ação da Fundação Agapan, de Portugal”. O elétrico de Lisboa vira uma pasta de tecido (foto divulgação) Mochila também faz parte da Coleção Amor em Amarelo, exposta na galeria Arte Graça (foto divulgação) Além da confecção e estamparia em serigrafia e pintura à mão, a coleção recebeu a beleza do trabalho das bordadeiras da Síria, índia, Angola e das talentosas brasileiras. Conheci Cocco lotando salas do Senac Rio com alunas querendo aprender a confeccionar bolsas de tecido. Agora, com o patrocínio da Carris de Lisboa ele transforma os bondes amarelo em novas bolsas, uma wearable art, a arte que se usa como moda. A coleção Amor em Amarelo está na Galeria Arte Graça, no bairro da Graça, em Lisboa, até dia 02 de julho.
Pharrell Williams na Louis Vuitton!

Ah, que bom! Uma notícia que dispara o coração de quem curte moda: Pharell Williams vai substituit Virgil Abloh no masculino da Louis Vuitton. A estreia será no primeiro dia da semana de moda masculina de Paris, no dia 20 de junho – logo no primeiro dia do evento. na verdade, quem abre a semana é Bachelors of Art do Instituto Francês da Moda. Quem fecha,no dia 26, é Ludovic de Saint Sermin, recém saído da belga Ann Demeulemeester, onde ficou apenas por uma coleção. Quanto ao Pharrell, de quem sou fã, é O cara moderno, 50 anos, que vi pela primeira vez anunciado como o responsável pelo som de um desfile Dior,ainda no tempo do John Galliano. A plateia mal conhecia o menino, esperou pela trilha inovadora. E a aparelhagem falhou! Não lembro qual o jeito que deram. Mas a partir dali, ele é presença certa na fila A. É mais conhecido por Happy, inicialmente trilha dos Minions, depois apresentada como um hino gospel na cerimônia do Oscar (ou Grammy? Dúvida de memória). Ele dança, compíµe, canta, é ícone de moda. Um detalhe: sabem o tipo de pessoa que nunca vimos sorrir? Pois é, mesmo assim tenho simpatia por ele. De quebra, vai o clipe com os Minions, com direito a letra fácil de acompanhar Boa sorte no lugar do Virgil Abloh!
Agenda de maio

Na agenda deste mês, a São Paulo Fashion Week e a Alessa canta 51 Carnavais
SPFW 55 / fora da Bienal

Não é nada demais. Há muitos lugares para mostrar a moda em todas as cidades do mundo. A edição 55 da São Paulo Fashion Week vai circular pelo Teatro Municipal (onde João Pimenta desfila hoje, dia 22), o SENAC, o shopping Iguatemi e um local chamado Komplexo, na Mooca. 30 marcas fazem desfiles presenciais nestes lugares e 10 mostram suas ideias em filmes, a serem vistos no dia 24, no Cinemark do Shopping Iguatemi. São eles:Corcel, Depedro, Fauve, Foz, Irrita, Modem e Naya Violeta. A agenda inclui gente nova nos elencos, vindos de vários estados. Gabriely Dobbins, do Acre; Gabi Adie , de Caratinga (Minas Gerais) representante da ala transgênera; Sued , modelo curvilínea, de Belo Horizonte, Amós, descendente de indígenas vem de Goiânia; Jonny Santos, baiano revelação em 2022, Messias Magno, de Belém, também com sangue indígena; a curitibana Fabi Antunes, Débora Motta, do Maranhão, Mateus Oliveira, gaúcho; Ana Lopes, mineira que já foi para Milão e Selena, do Acre. Este grupo de beldades foi descoberto das mais variadas formas: um era ajudante de pedreiro, o outro, garçom, uma menina vendia milho na feira, outra estava no ponto do ônibus. Gente bonita, diferente, pronta para cair na moda! Olha a Mônica Sampaio, que participa pela quinta vez da SPFW, e vai entrar com Maria Mariá, uma mulher em movimento, inspirada por mulheres da Espanha Medieval: rainhas e Maria Padilla, A interferência de produção artística do Alexandre Schnabl desenvolveu a história de muita paixão, muito fascínio, representada pelos vestidos longos, em cores fortes e acessórios que vão desde os fascinators do Denis Linhares, até os chapéus vindos do Acre, as flores, de Belo Horizonte, os sapatos da Melissa e os óculos da Dito Eyewear. Os lindos croquis são do Laerttes. Vamos aguardar o desfile, às 20h30 do dia 27
Agenda a partir de maio de 2023

Desde joias até São Paulo Fashion Week, muitos lançamentos na agenda de Maio. E a estreia do dorama do DongHae! Está tudo na agenda do site.
Agenda a partir de abril de 2023

Vai ter Giselle no Theatro Municipal! Vejam mais ali na agenda, à esquerda. Tem palestras maravilhosas uma hora antes de cada espetáculo
SS 09, o show do SuperJunior!

Mais uma vez escrevo sobre coreanos do sul. Pelo grupo Super Junior me abalei para São Paulo para assistir ao show da turnê World Round SS 09. Tudo meio de última hora, porque o anúncio da vinda foi rápido- os ingressos Vip acabaram em poucos minutos. Ouvindo conselhos de quem já viu em outras cidades, comprei no mezanino, porque haveria cadeiras para pausar durante as previstas três horas de show. Já vou logo dizendo que não tinha cadeiras, nem foram três horas, foram duas horas e meia. Fui pra pista! Antes, também conta: como as portas (gosto de chamar de porteiras, kkk) abririam às 18h, para o show começar às 20h, a fila começou na véspera, com gente dormindo na rua. Eu fui às 16h, torcendo para que não chovesse, mas de capa de chuva amarrada na cintura. Então, se os rapazes voaram 24 horas de Seul até Santiago (onde o show foi dois dias antes) e mais 4 de Santiago até São Paulo, eu fiquei duas horas na fila, insegura pela desorganização, ninguém orientava onde ficavam as filas de pistas e do mezanino. Depois, mais duas horas até começarmos a gritar com o início do show, com uma das minhas favoritas, Burn the Floor. E mais as duas horas e meia de show. Por mim, ficava lá até hoje. Mas um evento que atrai gente de todos os estados, de outros países (como a americana, que subiu na grade e ficou berrando, atrapalhando quem estava atrás) tem que ser levado em conta. Sabem qual foi a única notícia publicada no Google? Que tinham perdido a mala do Yesung, com remédios. Depois acharam, claro. Mas uma palestrinha: remédio não se píµe na mala que despacha, tem que ser na bolsa de cabine. O Super Junior, k-pop ativo há mais de 17 anos, ainda com nove membros da formação original de 13. Considerado lenda na Coréia do Sul, uma das primeiras manifestação da cultura Hallyu, que marcou a modernização coreana. Para saber mais, tem que ver o documentário Last Man Standing, no canal Disney +. Há quem chore, comovida. O Super Junior tem características especiais: além das coreografias, todos têm vozes capazes de enfrentarem árias operísticas. E o mais importante: a capacidade de interação constante com a plateia, que corresponde sacudindo bastíµes de luz, cantando junto, dançando. Muito impressionante, param para autografar cadernos, fazem coraçíµes com as mãos, sentam na beira do palco para mandar beijos. E voltam a dançar, sem perder um passo. A plateia correspondeu, na maior animação, cantando como conseguia e berrando os refrôes em inglês (“Blow your mind!” do Mr. Simple, por exemplo).Nas apresentaçíµes do grupo deu para lembrar do show do Queen, no Rock n Rio, quando Freddie Mercury sacou que o público cantava, sem entender nada de inglês. DongHae, do Suju (como é conhecido o SuperJunior), também perguntou se todos estudavam coreano, porque cantavam junto as músicas. Resposta unânime: nããão! Eu levantei a mão, tímidamente, hahaha. Muito bom ver a acolhida nas apresentaçíµes, Todos foram recebidos aos urssos, tanto o bonitão Siwon (pronúnica Shiuon), como o maravilhoso DongHae (Donrrê), e o querido Shindong, alé do líder Leeteuk, Yesung, Riewook, todos devidamente gritados. Cenários simples, de luzes e imagens de Led, chuvas de papelzinho de vez em quando, palco com extensão em passarela. Uma produção típica de quem continua a turnê até fim de março, no mínimo. As agendas da Europa e América do Norte ainda não abriram. Por enquanto, a turnê acaba em março, no Vietnam. Nesta hora, dá vontade de dar uma de groupie, seguir o bando pelo mundo afora. Para falar de moda, o figurino foi de uma espécie de farda até looks pretos de brilho e camisas brancas, de babados, lindas. No final, a bagunça, todos de camisetão over sized e calças jeans largonas. O líder Leeteuk vestiu a camisa da seleção, DongHae se enrolou na bandeira e fizeram o L com as mãos. Muita gente achou que era pelo presidente Lula. Não entenderam que os SuJus se referiam a Love. Povo que não entende coreano, inglês, português. Nem prestaram atenção na intérprete. Aliás, rolou o boato de que devido às muitas horas de vôo, Leeteuk estaria com hemorroida. E era problema de coluna! Nas redes sociais é unânime a aprovação da SS09, nome da turnê. Um detalhe interessante: nem 10% do público tinha origem asiática, vindos da grande população coreana de São Paulo. Foi uma mistura de jovens e idosos, desde o grupo de pessoas que foi ao show há 10 anos e garotada estreando como fãs, as chamadas Elfs (ever lasting fans ou friends, amigas ou fãs para sempre). Nos grupos formados por localizaçíµes no Espaço Unimed, os primeiros comentários foram de não acreditarem de terem visto os idols de tão perto. Dois dias depois, algumas linhas se dizendo de ressaca do show. Agora já há sinais de depressão! Claro, há muitos shows maravilhosos pelo mundo e por aqui mesmo (basta dizer: Caetano! Gil! Adriana Calcanhoto! as Escolas de Samba!). Mas este Super Junior pegou a todos de surpresa, pela competência artística e pela empatia com o ´público. Pareciam todos parentes nossos. De São Paulo seguiram para Lima, no Peru. De lá, vão para dois super shows na Cidade do México, onde o fandom é tão forte, que conseguiu trocar o lugar da apresentação e conseguiram um show a mais. Coitado do Leeteuk, haja costas. . Quanto a mim, volto às aulas diárias da professora Sandra Jang e às dificuldades do Duolingo. Me aguardem, aniorrasseió.(meu teclado cisma de não escrever nos caracteres coreanos)
Victoria & Albert está coreano

Sou chamada de obcecada, maníaca, ideia fixa. Só porque aderi à cultura coreana do sul em 2019, graças à Netflix, aos doramas, ao grupo Super Junior, aos professores do CoreanosMIB e à professora Sandra Jang. Já tenho meu ingresso para o concerto de fevereiro, em São Paulo, claro. Só que o reconhecimento da importância da cultura Hallyu, que começou lá pelos anos 1970 já é fenômeno mundial. A melhor prova, a deste momento é a exposição no Victoria & Albert Museum, em Londres. O nome é Hallyu: the Korean Wave, com a curadoria de Rosalie Kim e apoio ou patrocínio do Ministério da Cultura, Esportes e Turismo da Coréia (permitam um minuto de inveja…). Em um podcast chamado Voices, do site BOF (Business of Fashion) Rosalie comentou sobre a surpresa desta universalização desta cultura asiática. “Vivo nos Estados Unidos, e aqui até pouco tempo ninguém sabia o que era kimchi (uma espécie de cozido), minha mãe fazia para a família. Agora, todo mundo sabe o que é e encontra até pronto para servir†Incentivos: O sucesso começou pelas décadas 1950/60, depois da separação das Coréias. Para o Ocidente, no entanto, o estouro veio com o video do Gangnam Style, cantado e dançado por Psy, em 2012. Até hoje, é um dos recordistas de visualizaçíµes no YouTube, falando do bairro mais chique de Seul. Por aí também começaram a chamar a atenção os grupos que dançam e cantam, os grupos de k-pops masculinos e femininos. Para quem ainda não sabe, o meu favorito é SuperJunior, que completou 17 anos de atividade em outubro de 2022. O golpe final, a consagração, veio com a pandemia de Covid. O isolamento global levou as pessoas para a frente da TV ou das telinhas dos celulares para assistirem aos doramas coreanos (pronúncia: dramas). Tanto os românticos como os mais violentos, como o Round 6, contribuíram para surgirem fanclubes (fandoms) de atores e atrizes, além de divulgarem a indústria da beleza, enfatizada pelas peles impecáveis, e o destemor pelas cirurgias plásticas. No museu londrino A exposição Hallyu-the Korean wave abrange as várias faces desta cultura tão nova. Para formar cabeças jovens o Museu propíµe cursos de caligrafia coreana para crianças acima dos sete anos. Munidas de pincéis e canetas especiais, elas terão aulas de 120 minutos para aprender os caracteres considerados ideais para o universo digital. O melhor de tudo: nos mesmos dias há aulas de coreografias dos k-pops! Para adultos e crianças (estas, acompanhadas por adultos). Passem pelo local, para ver se dão sorte, porque até agora está tudo reservado. Quem não quer? Ala sobre os grupos de K-pop EXPOSIÇíƒO HALLYU – THE KOREAN WAVE Quando: até domingo, dia 25 de junho de 2023 Onde: Victoria and Albert Museum: Cromwell Road,/ na Galeria 39 e no North Court / Londres Quanto: 20 Libras em média (há opçíµes de ingressos mais baratos) Cursos de caligrafia coreana para crianças Quando: dias 13 e 14 de fevereiro de 2023, no período de 10h30 até às 16h, com aulas de 120 minutos. Quanto: 15 Libras
