Social / de passarelas e condomínio

Hoje é um social variado. Praticamente só de amigos e favoritos. E um projeto interessante, reunindo grife de design e um novo condomínio no Rio de Janeiro. Primeiro, amigos e favoritos: Magda Cotrofe lança livro O Outro Olhar, na livraria Travessa do Shopping Leblon no dia 29 de julho. Vamos lá fazer fila, dar beijo, rever a turma dos anos 1980!     Olha meu Mestre Ye, com a cobiçada camiseta do nosso curso de Qi Gong, o fim das dores na lombar e das insônias online. Meu porojeto de viagem é ir para São Paulo fazer uma aula na academia do mestre. Ele também dá aula de Kung Fu. Mas aí, é só para olhar… E o Zequinha, o fotógrafo e editor de site, que assina Zeca Santos, amigo da Ines (filha e tb fotógrafa)? Todo fashion, preparado para mais uma cobertura de desfile. Para não dizerem que só falo de coreanos (esperem mais uma foto, por favor), incluo aqui um favorito chinês, o Dylan Wang (Wáng He Di, no original), recém eleito representante da Tiffany’s, usando um super colar da nova coleção. Atenção para o detalhe que tenho citado muito: o broche na lapela. Já vi três vezes o c- drama Amor entre Fada e Demônio. É um favorito! E os que admiro:   E mais: só um comentário sobre a postagem. Estou em um delicado Mac Book Air e ainda não  domino as ferramentas de edição. Batalhei muito para cortar as fotos e náo consegui eliminar as margens brancas        

Microbolsa para colecionar

Quem usaria uma bolsinha que não guarda nem uma moeda? Colecionadores, certamente. O coletivo MSCHF criou uma miniatura da bolsa On The Go, da Louis Vuitton, que, segundo o New York Times mede 657 x 222 x 700 micrômetros. Um micrômetro tem uma fórmula, 1 μm = 10–6 m. Quer dizer, um micrômetro equivale à sexta potência negativa do metro. Nem imagino o quanto deva ser isto, prefiro conferir pelo tamanho da bolsinha em relação ao dedo da exibidora. Atualizando: a boisinha foi leiloada na na casa de leilíµes do Pharrell Williams (sempre ele, Está em todas!). Chegou ao precinho de US$ 63 mil! Uns R$ 300 mil, que tal? Nem dá para exibir numa estante, deve ter uma lupa na frente, para ser vista. Tanta coisa pra fazer com 300 mil…

Pharrell Williams na Louis Vuitton!

Ah, que bom! Uma notí­cia que dispara o coração de quem curte moda: Pharell Williams vai substituit Virgil Abloh no masculino da Louis Vuitton. A estreia será no primeiro dia da semana de moda masculina de Paris, no dia 20 de junho – logo no primeiro dia do evento. na verdade, quem abre a semana é Bachelors of Art do Instituto Francês da Moda. Quem fecha,no dia 26, é Ludovic de Saint Sermin, recém saí­do da belga Ann Demeulemeester, onde ficou apenas por uma coleção. Quanto ao Pharrell, de quem sou fã, é O cara moderno, 50 anos, que vi pela primeira vez anunciado como o responsável pelo som de um desfile Dior,ainda no tempo do John Galliano. A plateia mal conhecia o menino, esperou pela trilha inovadora. E a aparelhagem falhou! Não lembro qual o jeito que deram. Mas a partir dali, ele é presença certa na fila A. É mais conhecido por Happy, inicialmente trilha dos Minions, depois apresentada como um hino gospel na cerimônia do Oscar (ou Grammy? Dúvida de memória). Ele dança, compíµe, canta, é í­cone de moda. Um detalhe: sabem o tipo de pessoa que nunca vimos sorrir? Pois é, mesmo assim tenho simpatia por ele. De quebra, vai o clipe com os Minions, com direito a letra fácil de acompanhar Boa sorte no lugar do Virgil Abloh!    

Pharrell de novo com G-Star

Mais uma boa notí­cia do Pharrell Williams, que entrou no circuito da moda como DJ e amigo de Marc Jacobs e atualmente tem música de sucesso (já viram a versão do Happy com os Minions? Divertida), faz clip da Chanel e assina uma maravilhosa coleção de jeans na G-Star RAW, a grife í­cone do mundo denim. A jaqueta básica tem estampa de lulinhas e capuz com fecho na gola Happy direto, no moleton usado com a bermuda detonada Reparem no boot com as palavras Educação, Igualdade e o sí­mbolo de Paz e Amor Perfilzaço, com o boné da coleção RFTO Pela segunda vez, a parceria solta a RAW for the Oceans, com peças feitas com tecido desenvolvido pela Bionic Yarn, que cria fibras de alto desempenho a partir de plástico reciclado do oceano. Isso aí­: plástico jogado como lixo nos mares do mundo! Em destaque, os denims lavados e desfiados, acabamento que simula o desgaste e estampas ou interferências do squid mascot, uma lulinha gráfica. Ela pode estampar uma jaqueta ou se esconder no avesso de alguma outra peça da coleção. Além do denim, a RFTO (Raw for the Ocean) propíµe camisetas, suéteres, bonés, shorts e até um terninho feminino. Amo tudo isso: a G-Star, o trabalho da Bionic Yarn, Pharrell Williams… E mais: tempo de serviço dá nisso: a gente conhece quase todo mundo. Vi Pharrell Williams pela primeira vez quando foi DJ de um desfile Vuitton ou Dior, só não tenho certeza qual dos dois. Pois não é que a aparelhagem pifou? O desfilou atrasou, o Pharrell continuou com sua expressão indecifrável / depois foi convidado de primeira fila no belo desfile com referência em Maria Antonieta, da LV / e não parou mais de circular em Paris, virou tão indispensável na fila A quanto Mario Testino / quanto à G-Star, fiquei completamente seduzida por um desfile feito em uma feira em Dusseldorf, quando ainda era uma marca sem muita fama internacional. Depois, adorei a loja na Calle de Fuencarral, em Madri, no formato garagem, com vendedores carecas, tatuados, todos de black denim